“Autista” ou com “TEA”


“Autista” ou com “TEA”?

“Autista”, “pessoa com autismo” ou “pessoa com um diagnóstico de Transtornos do Espectro do Autismo (TEA)”? “Aspie” ou “pessoa com síndrome de Asperger”? Em torno do termo “autismo” e “Asperger” existem muitas confusões e discussões.

O Protocolo do Estado de São Paulo de Diagnóstico, Tratamento e Encaminhamento de pacientes com TEA, publicado pela Secretaria da Saúde e pela Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência, foi elaborado por profissionais com o objetivo de transmitir informações consistentes e atualizadas.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças do governo dos Estados Unidos (2014), a prevalência do Transtorno do Espectro do Autismo é de 1 em cada 68 pessoas.

Transtorno ou condição? De acordo com Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5)  o termo utilizado é “Transtorno”: em inglês  “Autistic Spectrum Disorder” (ASD) e em português, “Transtorno do Espectro Autista” (TEA). Especificamente nos Estados Unidos o termo “condição” esta aos poucos ganhando anuência, o termo utilizado em inglês é “Autistic Spectrum Condition” (ASC), e tem como objetivo diminuir o estigma e aumentar a aceitação das pessoas com TEA.

Além disso, o debate permanece quando falamos de “pessoa com autismo” (ou “TEA”, etc.) ou “autista”. O termo “autista”, considerado por muitos como pejorativo, também é reivindicado por outros, especialmente por adultos com um TEA “leve”, que argumentam, entre outras razões, que ser “autista” não é uma coisa negativa, nem algo que vai desaparer com o tempo, mas uma condição como qualquer outra. Portanto, não há problema em ser “autista”, nem para referir-se a si própio como “alto” ou “loiro”, para citar dois exemplos. Na Specialisterne e, especificamente, meste site, nós sempre falamos de “pessoas com TEA” ou “pessoas com um diagnóstico de TEA”, considerando que este é o significado mais conhecido e aceito atualmente. E queremos deixar documentado o nosso respeito por outras terminologias, desde que sejam utilizadas com apreço por essas pessoas e à neurodiversidade em geral.

A resposta para a causa  exata do TEA permanece incerta e ainda provoca muita discussão. Em geral, considera-se atualmente que a etiologia seja multifatorial, pois existem fatores genéticos  (mais de  200 genes já foram identificados), mas que não explicam todos os casos; e fatores ambientais ou fisiológicos (saúde da mãe durante a gravidez por exemplo) que também podem influenciar. Talvez a única informacão confiável é que  no momento existem muitos pesquisadores  investigando sobre a  causa do TEA e esperamos que encontrem respostas mais claras nos próximos anos.

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